Sobre mim

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Este espaço surgiu naturalmente de uma vontade de partilhar a minha experiência a praticar Alimentação Viva. Sou uma curiosa por natureza e desde cedo que fui reunindo muita informação sobre o assunto, comprando livros, testando ingredientes e receitas e falando com outros adeptos de comida viva que fui encontrando pela internet. Para mim esta alimentação é um estímulo e uma curiosidade constante. Amo o sabor, a cor e principalmente como me faz sentir: cheia de energia e viva!


A minha história

Tornei-me vegetariana em Agosto 2000, por razões de saúde. Sentia-me cansada e sem energia principalmente depois das refeições e senti vontade de experimentar uma alimentação diferente. Foi uma transição progressiva ao longo de vários anos começando por eliminar carnes vermelhas, depois as brancas, peixe e ovos. À medida que ia eliminando estes alimentos da minha alimentação, sentia-me melhor, em maior ligação com o meu próprio corpo, percebendo quais os alimentos que me faziam cansada ou que me criavam más digestões e aqueles que era melhores para mim. Passava muito tempo a pesquisar e comprei muitos livros sobre vários tipos de alimentação vegetariana (macrobiótica, ovo-lactovegariana, vegan, ayuvedica, etc).

Em Abril de 2008, quando estava a almoçar na cantina da Universidade em Londres, um colega sentado à minha frente, ao reparar na minha refeição vegetariana (penso que seria uma massa com cenoura e brócolos cozidos e queijo ralado por cima) – fez-me a seguinte pergunta:

Onde está a vida na tua comida?

Disse-me que a qualidade dos alimentos que comemos tem uma importância vital na forma como nos sentimos. Alimentos vivos (no seu estado natural) fazem-nos sentir vivos, vibrantes e com energia! Fiquei com muita vontade de experimentar e a partir desse momento, progressivamente comecei a incluir mais alimentos crus (no seu estado natural) na minha alimentação. Ao mesmo tempo devorava livros, experimentava receitas e um novo mundo de cor e sabor abriu-se à minha frente. Depois de uma fase inicial de detox (com o aumento da alimentação viva o corpo vai eliminado toxinas e é muito normal nos primeiros momentos sentir-se dores de cabeça/cansaço/obstipação), comecei a sentir-me cheia de energia e vitalidade e a dormir melhor. Incorporei naturalmente este estilo de vida crudivoro e vegano.

Em 2010, fui a Boston fazer uma formação com a chef, educadora e formadora raw Alissa Cohen que me permitiu aprofundar ainda mais os meus conhecimentos e experiência pessoal sobre a alimentação viva. Ela desafiava os futuros formadores a experimentarem fazer esta alimentação a 100% durante 4 semanas (para sentirem os seus benefícios na sua totalidade e puderem ensinar através de experiência pessoal). Aceitei o desafio e foi tão transformador que continuei por mais 4 meses. Foi muito interessante perceber e sentir o impacto não só ao nível fisico, mas também ao nível emocional, mental e espiritual que esta alimentação provoca. Um estado de maior ligação comigo mesma, consequentemente maior bem estar com a vida que depois afecta o relacionamento com os outros e com o mundo.

Este amor pela alimentação viva continuou naturalmente pelo genuíno prazer sentido por aquilo que comia e pelo entusiasmo que originava. Tive o privilegio de inspirar-me de perto com pessoas inspiradoras do mundo da Alimentação Viva como a Conceição Trucom (uma mulher que irradia uma beleza genuína e que contagia com a sua alegria) e a Kate Magic (autora do primeiro livro de receitas que experimentei sobre o tema).

No início de 2012, senti a minha saúde deteriorar-se. Sentia-me cansada, com dores no corpo, visão turva, falta de memória. Através de análises, percebeu-se que estava com uma deficiência severa de vitamina B12. Ao pesquisar mais detalhadamente, descobri que pode ser muito comum em vegans (apesar de puder acontecer também com omnívoros) já que é uma vitamina encontrada apenas em alimentos de origem animal. O tratamento consistiu em injeções intravenosas seguido por suplemento oral da vitamina. Durante esse ano, senti que era muito importante reestruturar a minha alimentação e adicionar mais alimentos cozinhados (legumes, leguminosas e grãos integrais).

Atualmente a minha alimentação é uma combinação entre a alimentação viva e a alimentação vegetariana cozinhada, onde dou privilégio aos alimentos no seu estado natural, integral, sazonal e biológico. Gosto de chamar-lhe de alimentação intuitiva e consciente.


Bio profissional

Formadora de Alimentação Viva e Natural certificada pela Alissa Cohen® (Boston E.U.A. – 2010).

Psicoterapeuta de Psicossíntese, diplomada pela University of East London (Psychosynthesis and Education Trust) – Londres.
Consultas de psicoterapia em Lisboa, Torres Vedras e online (Skype). www.rebecabandeira.com

Facilitadora credenciada do Jogo da Transformação® versão individual, avançada e grupo pela Innerlinks, Inc. (Findhorn). Organizadora das formações de facilitadores e representante do Jogo em Portugal.

Tem viajado por todo o mundo no sentido de se desenvolver pessoal e profissionalmente. 

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