Perguntas Frequentes

O que é Comida Viva?

Comida Viva refere-se a alimentos de origem vegetal no seu estado natural que não foram processados, cozinhados a uma temperatura acima de 42Cº, deste modo conservando intactos todos os seus nutrientes. Os alimentos consumidos são baseados em 3 grupos: frutas, legumes e frutos secos/sementes.

Quais são os benefícios deste tipo de alimentação?

Fazer uma alimentação rica em vegetais (principalmente os de folhas verdes), além de frutas e sementes é a forma mais rápida de libertar o corpo de toxinas e rejuvenescer naturalmente. As plantas são muito ricas em vitaminas, minerais, fito-nutrientes (onde se incluem os anti-oxidantes), enzimas e fibra, todos essenciais para obter uma boa saúde. Estes alimentos no seu estado natural, contém em si todas as enzimas necessárias para se digerirem em si mesmos. Muitas pessoas partilham que com esta alimentação conseguem desintoxicar o seu corpo, recuperar energia e restabelecer a sua saúde.

Recomenda-se fazer uma alimentação 100% crua?

É diferente para cada pessoa. Existe um número de pessoas que aderem a esta alimentação 100%, por vezes por um período definido (alguns meses) ou por um período mais alargado. É importante dizer que, é possível sentir de imediato benefícios incríveis quando se consume 50% de comida viva diariamente. Naturalmente existem épocas do ano que o nosso corpo pede diferentes alimentos (por exemplo no Inverno mais quentes). O importante é ser flexível, ouvir o seu corpo e fazer uma alimentação que vá de encontro as suas necessidades.

Esta é uma excelente alimentação quando gostaria de aumentar os seus níveis de energia, perder de peso e trazer mais saúde e bem estar ao seu dia a dia.

Qual é a importância das enzimas na alimentação viva?

Todas as reacções químicas que acontecem no nosso corpo são catalisadas por enzimas. As enzimas permitem-nos digerir os alimentos adequadamente. As temperaturas acima dos 42Cº destroem as enzimas naturais dos alimentos e o nosso corpo tem que recorrer às suas reservas para completar a digestão. Ao consumir alimentos que contem enzimas intactas preservamos a nossa reserva, melhoramos a nossa digestão e consequentemente isto faz aumentar o nível geral de saúde.

De onde vem a proteína na alimentação viva?

A proteína existe em todos os alimentos no seu estado natural. Os frutos secos (nozes, amendôas, etc), sementes, crucíferos (brócolos, couve-flor, couve), sementes germinadas e as algas (espirulina) são fontes muito ricas em proteína. Ao serem proteínas simples, o organismo assimila facilmente estas fontes de proteína, e é necessário consumir em muito menos quantidade.

É uma alimentação difícil de fazer?

Depende de cada pessoa. Fazer uma salada rica com vários legumes numa refeição não é nada complicado. Contudo assumir um estilo de vida onde a alimentação viva é predominante, requer motivação, tempo, dedicação e equipar a sua cozinha com alguns utensílios que vão facilitar o seu percurso. Por exemplo: uma liquidificadora, um robot de cozinha, uma centrifugadora, boas facas de cortar vegeta, uma centrifugadora e um desidratador. É um investimento inicial que vale bem o gasto pois o ganho na sua saúde a longo prazo é bem maior.

Há que ter algum cuidado pelo facto de se ingerir tanta quantidade de frutas e vegetais?

Esta alimentação requer um tempo de ajuste já que se ingere uma grande quantidade de fibra e isto origina um processo de desintoxicação. É importante lembrar que as frutas devem ser ingeridas sempre que possível, com o estomago vazio. Os vegetais podem ser cortados, ralados e marinados para suavizar a textura. A forma mais fácil de serem consumidos é em sumos, sopas ou “smoothies”. As pessoas que sofrem do síndrome do intestino irritável são as únicas em que não é aconselhável praticarem esta alimentação.

Como fazer esta alimentação no Inverno?

O facto de os alimentos serem crus não significa que tenham que ser frios. Pode-se preparar/aquecer a baixas temperaturas antes de servir (numa panela de barro ou no desidratador). Existem também alimentos que provocam um aquecimento no corpo e que podem ser usados para esse efeito, por exemplo o gengibre e a pimenta de caiena. A maioria das pessoas complementa esta alimentação com uma percentagem de alimentos cozinhados como por exemplo legumes e grãos integrais.

Como se faz este tipo de alimentação em viagem?

Dependendo do lugar para onde se viaja, existem várias possibilidades. Comer mais fruta e saladas, pode ser um primeiro passo, já que são alimentos fáceis de encontrar em qualquer lugar. Pode-se também levar de casa um mix de sementes e frutos secos (nozes e amêndoas) para melhorar qualquer salada ou para um snack. Cada vez mais restaurantes oferecem opções cruas e veganas. De qualquer maneira, é importante manter-se flexível em viagem, escolhendo a melhor opção em cada momento e evitando os alimentos processados.

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